Alicent Hightower, figura central da guerra civil conhecida como Dança dos Dragões, tem um desfecho melancólico nas páginas de “Fogo & Sangue”, obra de George R.R. Martin que inspira “A Casa do Dragão”. Longe de batalhas ou execuções, a ex-rainha morre de causas naturais, confinada na Fortaleza Vermelha após o conflito.
Vida após a Dança dos Dragões
Com o término da guerra e a coroação de Aegon III, Alicent perde influência e passa a representar apenas um lembrete incômodo do fracasso dos Verdes. Sem filhos vivos — Helaena, Aemond, Daeron e Aegon II morrem durante ou logo após a guerra —, a ex-rainha mergulha em amargura e instabilidade emocional.
Confinamento na Fortaleza Vermelha
Os regentes do jovem rei decidem isolá-la em seus aposentos. Embora não se trate de uma prisão formal, Alicent permanece sob vigilância constante, acompanhada somente por criadas, guardas e uma septã. Livros e bordados são oferecidos para distraí-la, mas raramente despertam interesse.
Declínio mental
Relatos do livro descrevem conversas solitárias, crises de choro e até repulsa à cor verde — cor de sua própria facção. Em meio a lapsos de lucidez, chega a incentivar a rainha Jaehaera a assassinar Aegon III enquanto ele dormia, reforçando a decisão da corte de mantê-la afastada.
Morte sem glória
Em uma noite chuvosa, já debilitada física e mentalmente, Alicent Hightower falece de causas naturais. Não há conspiração nem violência; apenas o fim de uma mulher que sobreviveu à guerra, mas não à perda de tudo que considerava valioso.
Imagem: Crédito: Reprodução / Imagem ilustrativa
Embora a série da HBO apresente diferenças na relação entre Alicent e Rhaenyra Targaryen, o material original aponta para esse desfecho solitário caso a adaptação mantenha a essência do texto de Martin.
Com informações de Mix de Séries
