A série de terror “Origem” introduziu, nos capítulos mais recentes, indícios de que o surto de Abby pode ter sido resultado de uma estratégia de manipulação mental semelhante à vivida atualmente por outro personagem, Henry Kavanaugh.
Durante uma entrevista, o criador John Griffin explicou que o colapso de Abby estaria conectado ao mesmo mecanismo que afeta Henry. Na trama, o personagem é induzido a beber uma substância que o faz experimentar uma realidade alternativa mais agradável, levando-o a questionar sua própria existência.
Segundo Griffin, o recurso narrativo demonstra que o maior perigo da série não se resume às criaturas, mas ao impacto que o ambiente exerce sobre a mente dos moradores. Ao romper os laços dos personagens com o mundo real, o local provoca decisões extremas.
No caso de Henry, a suposta droga o convence a abrir mão de tudo o que o mantém ancorado à vida verdadeira. A produção sugere que Abby também pode ter sido levada a acreditar em uma versão ilusória do futuro, fator decisivo para a sua reação violenta vista na primeira temporada.
Elementos apresentados reforçam a participação de figuras desconhecidas por trás das alucinações. Essas entidades parecem explorar vulnerabilidades emocionais, montando cenários específicos para cada vítima. Para Abby, tal interferência teria culminado em seu desfecho trágico.
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Os roteiristas esclarecem que, diferentemente de outras obras que abordam realidades paralelas, “Origem” apresenta as visões como alucinações induzidas, não como linhas do tempo alternativas. A distinção sustenta o tom sombrio do seriado, no qual a esperança é substituída por um instrumento de controle e sofrimento.
A série ainda não detalhou totalmente o processo usado para manipular Abby, mas as ligações com a experiência de Henry sinalizam que o mistério faz parte de um plano mais amplo. O público deve receber respostas nas próximas fases da produção.
Com informações de Mix de Séries
